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11 de fevereiro de 2015 às 09:30.

Série Especial – Movimento da Discórdia Baré (MDB)

MÁRIO FROTA: O ZÉ MANCADA

Provocado o ofendido durante o ano inteiro, pelo covarde que se esconde sob o pseudônimo de Eça de Assis, resolvi, no fim do ao passado, constituir como meu advogado, o meu colega de Bancada e brilhante homem de letras, Dr. Francisco Queiroz, que interpelou judicialmente “A Crítica”, e este, não podendo fugir do chamado judicial, informou que o nome verdadeiro de Eça de Assis era o do Deputado Federal Mário Frota!

Munido dessa informação, pela qual arranquei a máscara do vilão, prestei a entrevista de ontem, a fim de que a opinião pública, que fiz os seus ataques soezes contra mim, formasse o conhecimento do novo papel do sr. Mário Frota, que é papel de “doublé” de traidor e adesista, justamente porque, quase todo dia, Mário Frota, escondido no porão do anonimato disfarçado, atacava os seus colegas de partido e se promovia, quando não elogiava o Governo.

Desmascarado perante o povo, que foi ludibriado em duas eleições favoráveis ao Mário Frota, este, que doravante passa a chamar-se de ‘Zé Mancada’, volta a agredir-me, mas não contesta a informação fornecida à Justiça pelo jornal.

Este fato que é verdadeiro e que está documentado nos autos em meu poder, retrata bem o papel de moleque, vilão e detrator dos seus colegas. A maioria das pessoas que me lê agora, deve estar lembrado de que no Governo passado, o “Zé Mancada”, passou quatro anos encaminhando relatórios à Direção Nacional do Partido, denunciando companheiros da Oposição, entre os altos funcionários do Governo Estadual e da própria imprensa do Sul, como vendidos ao Governo, exploradores de lenocínio e outras acusações envergonhantes, que não merecem ser mais lembradas, porque deixaram feridas no seio da família amazonense, cuja honra foi ultrajada pelas declarações do ‘Zé Mancada’, que parece não ter conhecido honra, nem família,

ATUAÇÃO NULA

O “Zé Mancada”, que às vezes é confundido nos corredores da Câmara como servente do Congresso, pela sua inexpressividade, me chama de analfabeto, adesista e traidor, num verdadeiro desespero, porque não prova coisa alguma.

Na Câmara Municipal fui eleito, durante dois anos, como Vereador mais atuante, o mesmo acontecendo-me na Assembleia Legislativa, por ocasião do ano passado, especialmente pelo número de pronunciamentos, que chegaram ao total de 580. E o “Zé Mancada”? Além de não possuir nome na Câmara, apesar de estar exercendo o segundo mandato, o “Zé Mancada” só fez quatro pronunciamentos durante o ano de 1979, pelo espaço de cinco minutos para cada pronunciamento: em outras palavras, o “Zé Mancada” usou 20 minutos a tribuna durante todo o ano passado! Que lástima! Se o Amazonas dependesse da atuação do “Zé Mancada”, há muito estaria liquidado!

Pela minha atuação na Câmara ou na Assembleia, nitidamente oposicionista, jamais usei qualquer pseudônimo para agredir colegas ou mostrar-me subserviente do Governo, como faz agora o “Zé Mancada”, com a cara mais deslambida do mundo!

Este procedimento também é típico de traidor, da pior espécie aliás, porque procura servir aos dois lados, com duas caras diferentes – Oposição e Governo.

DEFLORAMENTO

O “Zé Mancada”, que alardeou anos atrás, pela imprensa que o acolhe, que havia desonrado a mulher do amigo e correligionário, me acusa agora de haver deflorado uma menor no município de Boca do Acre.

Sou um rapaz saudável, de boa conduta, criado no lar de meus pais, tenho muito respeito pela dignidade das mulheres e, por isso, sou incapaz de uma ação desonrante como essa que o “Zé Mancada” me atribui, mas que ficaria melhor em sua pessoa, que não possui escrúpulos, nem dignidade.

Quando à história do cheque sem fundo, que o lorpa alardeia mais uma vez, vou demonstrar, depois de segunda-feira, com documentos irrefutáveis, que se trata de mais outra mentira do calhorda.

EÇA OU ÉGUA?

Termino dando um conselho ao “Zé Mancada”: abandona o esconderijo do pseudônimo, aprende a assumir abertamente a responsabilidade pelos teus escritos, porque senão, mais cedo ou mais tarde, ganharás o apelido de “Égua Mansa”.

Transcrição do Jornal A Notícia de 29 de janeiro de 1980, p. 10.

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