2 de agosto de 2016 às 16:30.

22 de setembro

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Oitenta e cinco por cento (85%) dos eleitores entrevistados tendem a responder de maneira estimulada em quem votarão, entre tantos candidatos citados. Os outros 15% vão para a zona de espera dizendo odiar todos os candidatos (brancos e nulos) e que não sabem em quem pretendem votar (indecisos).

Sessenta por cento (60%), desses 15%, mudam de posição, geralmente nos últimos 15 (quinze) dias que antecedem a eleição. Isso representa 9%, o que equivale a aproximadamente 100 mil eleitores, número suficiente para decidir os dois primeiros colocados no dia 2 de outubro.

A soma das intenções de votos dadas aos candidatos neste momento da disputa, tem um baixo índice de votos consolidados, algo em torno de 40%. Isso significa que dos 85% citados acima, na prática, somente 34% dos eleitores manterão seus votos de hoje até o dia da eleição.

Os 51% restantes podem ser classificados como eleitores voláteis, tendem a mudar de voto devido a inúmeras circunstâncias, tais como: o bom desempenho de um ou mais candidatos durante a propaganda eleitoral; interesses pessoais e econômicos; influência dos parentes e amigos; sentimento de votar em quem ganha, o chamado voto útil, entre outros.

Na prática, numa semana ele diz que vai votar em A, na semana seguinte em B, na véspera da eleição em C e no dia, diante da urna eletrônica, vota em D.  Isso pode decidir o resultado final.

Anotem: no dia 22 de setembro pode ser a data em que o quadro de favoritismo para o segundo turno já esteja concluído. Isso se não matarem uns aos outros de tanto ódio e nada de conteúdo programático.

Aliás, os discursos não mudam, a balada das frases de efeito é igual às campanhas anteriores, e as propostas objetivas e detalhadas inexistentes.

Agora imaginem se houvesse um rompimento de Artur com Omar e as novas alianças derivadas deste episódio, no dia 02 agosto de 2016.

Valei-me!

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