A matéria relatou a rotina dos coveiros, explorando como lidavam com a morte diariamente. O texto destacou o trabalho solitário e as reflexões que emergiam no silêncio dos cemitérios. Entre sepulturas, cigarros e ferramentas, os coveiros encararam cada enterro como mais um dia vencido, preservando sua humanidade mesmo diante da repetição constante da morte.

Fonte: Jornal A Notícia de 26 de junho de 1969.