15 de dezembro de 2015 às 07:00.

A Borracha XXVII

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Esta operação faz-se sem regra fixa, segundo a necessidade mais ou menos urgente da “tanibóca”, ou horas depois de se ter concluído a “bolacha”.

A operação é feita da mesma forma, se se emprega o pau, com a única diferença de ser regada a bola no lugar, enquanto se faz rodar o instrumento sobre os suportes. Mas o começo da bola é bastante demorado, razão por que muitos seringueiros principiam por colocar à volta do pau um pedaço de “sernamby”. Se ganha tempo, mas o produto é depreciado porque então, mesmo se não produz “entrefina”, por motivo de má coagulação de algumas folhas, ele não será inteiramente constituído de goma fina até o centro. Terminada a “bola”, é geralmente deixada, por tempo bastante longo, no seu suporte; é preciso que se cortem as extremidades aderentes ao pau para dele a destacar.

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