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A Borracha XXXVII

As árvores da seringueira são exploradas, em média, durante seis meses e em um determinado período do ano, isso depende do regime de águas da região. Há zonas, como no Mato Grosso,  onde a extração pode se estender por mais tempo.

De acordo com Casio Fonseca, “o trabalho preliminar de abertura de um seringal, quando novo, é a localização das árvores ou grupos de árvores na floresta, serviço feito pelo “toqueiro” e o “mateiro”. O primeiro, partindo geralmente da margem ou da foz de um rio, embrenha-se na selva, assinalando as árvores que vai procurando e encontrando”.

“A ele segue o mateiro que abre uma picada ou “entrada” ligando as árvores identificadas. Atingindo número suficiente para uma “estrada”, estabelece-se no ponto de partida o seringueiro, com a sua cabana, a família, os apetrechos de extração, armas facas, tijelinhas, balde, fogareiro, defumador e bacia”.

Por Durango Duarte

Nascido em Cachoeira do Sul/RS veio com sua família para Manaus em 1975. Empresário, pesquisador, publicitário e autor de livros.