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1 de maio de 2024 às 18:00.

Rubber a exploração da Borracha na Amazônia – Texto XXXVIII

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Rubber a exploração da Borracha na Amazônia. “Cada “estrada” pode possuir, geralmente, de 150 a 200 árvores, dispostas em grande extensão, devido a pouca densidade de seringueiras por hectare”.

Durante a estação, a coleta do látex é diária. Sai o seringueiro ao amanhecer, com suas armas e petrechos, e vai fazendo a incisão nas árvores, prendendo na base de cada sangria uma tijelinha para captar o leite.

Após a incisão das “madeiras” volta o seringueiro à sua cabana. Mais tarde percorre novamente a “estrada” colhendo num balde o leite que escorreu e se depositou nas tigelas, recolhendo também o “sernambi”, látex coagulado na superfície das incisões, ou no tronco da árvore.

Feita a coleta, procede à defumação – as técnicas de coleta da borracha descritas por Casio Fonseca, agregam informações às já contadas pormenorizadamente  por Richard Spruce. Para isso derrama o seringueiro o conteúdo do balde (em média de 7 a 10 litros; nos altos rios, de 10 a 20) numa bacia.

 Fonte: IDD

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