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O IBOPE e o jabuti

O IBOPE registrou, neste final de semana, a sua segunda pesquisa eleitoral a ser divulgada nos próximos dias. Na primeira indicou Artur com 32%; Marcelo com 16%; Serafim com 10% e um triplo 8%: Hissa, Henrique e Silas; Zé Ricardo com 5%; Luiz Castro e Queiroz com 1%; nulos e brancos 8%; e indecisos 3%. Clique aqui e veja a primeira pesquisa divulgada.

O destaque desta nova rodada é a inclusão de um cenário, de segundo turno, 100% improvável, entre Marcelo Ramos e Serafim Corrêa. Qual a razão subliminar por trás dessa simulação? Nem o próprio Instituto deve entender como pôs esse jabuti em cima da árvore. Isso do ponto de vista prático é totalmente inútil.

O IBOPE poderia, a título de sugestão, incluir os principais apoiadores dos dois primeiros colocados e testar qual é o sentimento do eleitor ao se deparar com o que ele ainda não sabe. O que é pior para cada candidatura: Artur ter o apoio de Eduardo e Rebecca ou Marcelo ser apoiado por Melo, Alfredo, Pauderney e Omar?

Por Durango Duarte

Nascido em Cachoeira do Sul/RS veio com sua família para Manaus em 1975. Empresário, pesquisador, publicitário e autor de livros.

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